Um sintoma comum do dia a dia, como cansaço ao subir poucos lances de escada, pode esconder um problema de saúde ainda pouco diagnosticado no Brasil: as doenças pulmonares crônicas. Condições como Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e asma frequentemente evoluem de forma silenciosa e só são percebidas quando já comprometem a qualidade de vida. A DPOC, por exemplo, é uma condição progressiva que dificulta a passagem do ar pelos pulmões, causando falta de ar persistente, tosse crônica e produção de secreção, sendo mais comum em pessoas com histórico de tabagismo ou exposição prolongada a poluentes.
Dados recentes apontam que essas doenças estão entre as principais causas de morte no mundo e, muitas vezes, passam despercebidas por anos. A dificuldade de diagnóstico precoce é um dos maiores desafios da pneumologia atualmente. Segundo o pneumologista Ernando Sousa, a banalização de sintomas é um dos principais entraves. “A falta de ar não deve ser encarada como algo normal, principalmente quando começa a limitar atividades simples do cotidiano. Esse é um dos primeiros sinais de alerta que o corpo dá”, explica.
Além do tabagismo, fatores como poluição, histórico de infecções respiratórias e exposição a ambientes com poeira ou mofo contribuem para o desenvolvimento dessas doenças. “O diagnóstico precoce muda completamente a evolução do quadro. Quanto antes identificamos, maior a chance de controle e qualidade de vida”, reforça Ernando Sousa.
Outro desafio é que muitos pacientes só procuram atendimento quando os sintomas já estão avançados, o que pode limitar as opções de tratamento. Exames simples, como a espirometria, são fundamentais para avaliar a função pulmonar e identificar alterações ainda em estágios iniciais. Para o especialista, a principal mudança precisa ser de comportamento. “É importante que as pessoas estejam mais atentas ao próprio corpo e busquem avaliação médica diante de sinais persistentes. Cuidar da saúde respiratória de forma preventiva é o caminho para evitar complicações e garantir mais qualidade de vida ao longo dos anos”, conclui Ernando Sousa.
Dados recentes apontam que essas doenças estão entre as principais causas de morte no mundo e, muitas vezes, passam despercebidas por anos. A dificuldade de diagnóstico precoce é um dos maiores desafios da pneumologia atualmente. Segundo o pneumologista Ernando Sousa, a banalização de sintomas é um dos principais entraves. “A falta de ar não deve ser encarada como algo normal, principalmente quando começa a limitar atividades simples do cotidiano. Esse é um dos primeiros sinais de alerta que o corpo dá”, explica.
Além do tabagismo, fatores como poluição, histórico de infecções respiratórias e exposição a ambientes com poeira ou mofo contribuem para o desenvolvimento dessas doenças. “O diagnóstico precoce muda completamente a evolução do quadro. Quanto antes identificamos, maior a chance de controle e qualidade de vida”, reforça Ernando Sousa.
Outro desafio é que muitos pacientes só procuram atendimento quando os sintomas já estão avançados, o que pode limitar as opções de tratamento. Exames simples, como a espirometria, são fundamentais para avaliar a função pulmonar e identificar alterações ainda em estágios iniciais. Para o especialista, a principal mudança precisa ser de comportamento. “É importante que as pessoas estejam mais atentas ao próprio corpo e busquem avaliação médica diante de sinais persistentes. Cuidar da saúde respiratória de forma preventiva é o caminho para evitar complicações e garantir mais qualidade de vida ao longo dos anos”, conclui Ernando Sousa.
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